quinta-feira, 17 de setembro de 2009


Encontro Europeu de Poznan
Programa provisório
Passar cinco dias com dezenas de milhares de jovens de toda a Europa e de outros continentes…
…redescobrir a Igreja como fermento de comunhão na família humana.

Descobrir um povo e a sua cidade através de encontros pessoais…
…preparar um futuro de paz para além dos muros que nos separam.

Rezar juntos com cânticos e em silêncio…
…abrir-se à beleza de uma vida interior e de uma comunhão em Deus.

Ser acolhidos por jovens, famílias e paróquias de toda a região de Poznan…
…procurar um sentido para a vida e viver o Evangelho no meio dos desafios do nosso tempo.

Começar ou continuar uma «Peregrinação de Confiança» na própria vida…
Terça-feira 29 de Dezembro
De manhã: chegada aos diferentes locais de acolhimento no centro de Poznan. Cada um recebe o programa do Encontro, um passe para os transportes públicos, a senha para almoço e jantar no Parque de Exposições (MTP) e um mapa para poder ir à paróquia onde será acolhido. Depois há um acolhimento nas paróquias, onde cada um será enviado à sua família de acolhimento. Por volta das 17h30: jantar na MTP. Por volta das 19h: oração comunitária na MTP. Regresso às casas das famílias.
Quarta-feira 30 de Dezembro
8:30: Oração comunitária nas paróquias de acolhimento, seguida de encontros em pequenos grupos e com pessoas empenhadas na vida da paróquia ou do bairro. Por volta das 12h: almoço na MTP. Por volta das 13h: oração comunitária na MTP. À tarde: workshops à escolha na MTP e em diferentes lugares da cidade de Poznan, com temas sobre a vida interior, questões da sociedade, etc. Por volta das 17h30: jantar na MTP. Por volta das 19h: oração comunitária na MTP. Regresso às casas das famílias.
Quinta-feira 31 de Dezembro
Como na quarta-feira 30 de Dezembro e depois 23h: nas paróquias, oração pela paz seguida de uma «festa dos povos». Por volta das 2h da manhã: regresso às casas das famílias.
Sexta-feira 1 de Janeiro 2009
Participação nas celebrações das paróquias de acolhimento e depois almoço nas famílias de acolhimento. À tarde, na MTP e em diferentes lugares da cidade de Poznan: encontros por países. Por volta das 17h30: jantar na MTP. Por volta das 19h: oração comunitária na MTP. Regresso às casas das famílias.
Sábado 2 de Janeiro de 2010
8:30: Oração comunitária nas paróquias de acolhimento. A partir das 12h: partida.
Taizé promove Encontro de Jovens no Porto
Carnaval de 2010 é a altura escolhida para mais uma etapa da chamada «Peregrinação de confiança através da terra»
A cidade do Porto vai acolher no próximo ano mais uma etapa da chamada “Peregrinação de confiança através da terra”, um encontro ibérico que deverá juntar milhares de jovens em volta dos dinamismos da comunidade ecuménica de Taizé. A iniciativa, que decorrerá de 13 a 16 de Fevereiro de 2010, quer celebrar “as fontes da alegria”, como refere o Bispo da Diocese, D. Manuel Clemente, em mensagem publicada no lançamento desta iniciativa. “É uma altura de festas comuns, mas nós queremos que seja também e sobretudo da Festa que nunca acaba, no louvor, na partilha e no testemunho”, explica o Bispo do Porto. O encontro dirige-se prioritariamente a jovens entre os 17 e os 35 anos. A organização espera que maioria dos participantes seja acolhida em casas de famílias do Grande Porto. Este encontro inclui um conjunto de orações comunitárias, encontros com jovens de diversas proveniências, reflexão bíblica e sobre a relação da fé com temas sociais, culturais ou artísticos e iniciativas que “visam dar um rosto mais humano à sociedade”. No passado Domingo, durante a celebração da Páscoa, o Irmão Alois, prior da Comunidade ecuménica, reconheceu que “são cada vez mais numerosos os Portugueses que vêm a Taizé. Eles estão a preparar uma etapa da «peregrinação de confiança». Alegramo-nos por nos irmos encontrar no Porto em Fevereiro de 2010”. Em Março de 2009, um dos irmãos da Comunidade esteve em Portugal, passando três dias no Porto. Programa provisório Sábado 13 de Fevereiro 11:00-14:00 – Recepção e envio dos participantes às paróquias e às famílias de acolhimento 18:00 – Fórum musical de acolhimento 19:00 – Jantar 21:00 – Oração 23:00 – Regresso às famílias Domingo 14 de Fevereiro Missa nas paróquias Descoberta da comunidade local (antes ou depois da missa) - Almoço com as famílias de acolhimento 16:00-18:00 – Workshops no centro da cidade 19:00 – Jantar 21:00 – Oração 23:00 – Regresso às famílias Segunda-feira 15 de Fevereiro 09:00 – Oração nas paróquias Grupos de reflexão e partilha Descoberta dos sinais de esperança nas paróquias - Piquenique nas paróquias 14:15 – Oração nas igrejas do centro da cidade 16:00-18:00 – Workshops no centro da cidade 19:00 – Jantar 21:00 – Oração 23:00 – Regresso às famílias Terça-feira 16 de Fevereiro 09:00 – Oração nas paróquias Grupos de reflexão e partilha Descoberta dos sinais de esperança nas paróquias - Almoço partilhado nas paróquias, com as famílias de acolhimento 16:00 – Partida
Bento XVI defendeu esta Quinta-feira, no Vaticano, que os padres devem “permanecer afastados” de um compromisso pessoal na política, campo que considerou reservado aos “fiéis leigos”.
A entrada dos padres na política, alertou, poderia comprometer “a unidade e a comunhão de todos os fiéis”.
Recebendo um grupo de Bispos do Nordeste do Brasil, o Papa defendeu que é “necessário evitar a secularização dos sacerdotes e a clericalização dos leigos”.
“Nessa perspectiva, portanto, os fiéis leigos devem empenhar-se em exprimir na realidade, inclusive através do empenho político, a visão antropológica cristã e a doutrina social da Igreja”, explicou.
Segundo Bento XVI, “é importante fazer crescer esta consciência nos sacerdotes, religiosos e fiéis leigos, encorajando e vigiando para que cada um possa sentir-se motivado a agir segundo o seu próprio estado”.
Aos 22 Bispos presentes, o Papa pediu maiores esforços para “despertar novas vocações sacerdotais e encontrar os pastores indispensáveis às vossas dioceses, ajudando-vos mutuamente para que todos disponham de presbíteros melhor formados e mais numerosos para sustentar a vida de fé e a missão apostólica dos fiéis”.
Bento XVI frisou que na Igreja nem todos têm a mesma função: "É isto que constitui a beleza e a vida do corpo".
A falta de padres, afirmou, não é a verdadeira justificação para “uma participação mais activa e numerosa dos leigos". "Na realidade, quanto mais os fiéis se tornam conscientes das suas responsabilidades na Igreja, tanto mais sobressaem a identidade específica e o papel insubstituível do sacerdote como pastor do conjunto da comunidade, como testemunha da autenticidade da fé e dispensador, em nome de Cristo-Cabeça, dos mistérios da salvação”, apontou.
Bento XVI vai coroar o Menino Jesus de Praga
Visita do Papa à República Checa dará visibilidade a Cristo
A visita do Papa à República Checa, de 26 a 28 de Setembro, voltará a dar "visibilidade e presença" a Cristo, num país em que apenas 25% da população se declara crente, afirmou o Pe. Petr Sleich, prior do Carmelo de Praga.
Apesar dos números e do baixo índice de vocações, o sacerdote está optimista: "Essa situação pode mudar rapidamente, como já pudemos comprovar com os nossos próprios olhos, quando, há 20 anos, caiu a Cortina de Ferro".
O prior do Carmelo afirma não estar certo de que "o número dos não-crentes seja realmente tão alto como dizem. (...) Algumas pessoas sentem-se inseguras quando se abordam questões relacionadas com Deus, mas eu não garantiria que carecem de fé”.
As palavras do Pe. Sleich são reforçadas pelo seu itinerário cristão: foi baptizado aos 20 anos, quando estudava Matemática, sendo o que comummente se designa de “vocação tardia”. Hoje, quase toda a sua família é católica.
Devoção ao Menino Jesus de Praga estende-se a todos os continentes
Um dos primeiros gestos de Bento XVI depois de chegar à capital, será a coroação do Menino Jesus de Praga.
A imagem, que se encontra na Igreja de Santa Maria da Vitória desde 1628, recebe anualmente quase um milhão de peregrinos. A sua devoção começou no século XVI, tendo-se estendido a todos os continentes, sendo especialmente activa na Índia, onde existem vários santuários.
“Muitos checos que se declaram não-crentes amam o Menino Jesus de Praga, e estou certo de que muitos acabarão por se tornar amigos dEle", afirmou o Pe. Sleich.
"O coração humano é sensível à imagem do Menino Jesus, e o Natal também é uma festa querida e apreciada por pessoas não muito crentes na República Checa, apesar de ser considerada a nação mais marcada pelo ateísmo na Europa."
"Quando, no nosso santuário, as pessoas têm diante de si Deus representado como uma criança, não sentem medo; pelo contrário, porque Ele pede o nosso amor, o nosso coração, as nossas mãos e a nossa ajuda", sublinha o prior.
A tradição conta que Santa Teresa de Ávila presenteou o Menino a uma nobre espanhola; esta, por sua vez, ofereceu-o à filha, aquando do seu casamento, em Praga.
Durante a Guerra dos Trinta Anos, a imagem foi profanada por soldados da Saxónia, que partiram as suas mãos e a atiraram para um monte de escombros atrás do altar.
Segundo uma lenda, a imagem foi encontrada pelo carmelita luxemburguês Cirilo a Matre Dei, a quem, numa visão, o Menino Jesus suplicou que devolvesse as suas mãos, prometendo-lhe: "Quando mais me honrardes, mais vos abençoarei!".
A devoção ao Menino Jesus de Praga foi guardada por Santa Teresa de Lisieux e Santa Teresa Benedita da Cruz, entre outros. O poeta francês Paul Claudel dedicou-lhe um poema. Recentemente, o arcebispo de Praga, Cardeal Miroslav Vlk, declarou a igreja que alberga o Menino Jesus de Praga como segundo santuário do país.
Menino inspirou "O Principezinho"
O Pe. Sleich revela que a conhecida história «O Principezinho», de Antoine de Saint-Exupéry, está inspirada no Menino Santo.
"O que poucos sabem é que Antoine de Saint-Exupéry estava muito familiarizado com a veneração do Menino Jesus de Praga. O seu livro é lido nas escolas por não se tratar de uma obra religiosa, mas a verdade é que o é em altíssimo grau, pois inspira-se directamente no Menino Jesus de Praga. Um menino que vem do céu, que oferece a sua amizade, morre e volta às alturas..."
"As crianças que visitam o Menino Jesus de Praga entendem que ele não é uma peculiaridade católica estranha e compreendem a sua mensagem", acrescenta o sacerdote.
"São precisamente os símbolos que não precisam de longa reflexão os mais eficazes”, concluiu.
Com Zenit
Bispo do Funchal diz que o mundo precisa de Cristo
A edificação de uma igreja material é também “comunidade espiritual” que se constrói ao longo de várias gerações e implica a responsabilidade de todos os fiéis. “É preciso testemunhar esta alegria da fé, desde o passado, no presente, e projectá-la no futuro”, apelou esta Quarta-feira o Bispo do Funchal, na homilia da celebração das Bodas de Prata de Dedicação da igreja de Santa Rita.
“A sociedade actual precisa de Cristo, dos valores do Evangelho. Às vezes, parece que se sabe tudo e se menospreza ou não damos importância àquilo que a Igreja anuncia, à proposta que a nossa fé cristã procura apresentar como caminho de vida, de verdade, de justiça e de alegria”, explicou D. António Carrilho.
Mas, a exemplo dos que ajudaram a construir o templo material com “tanta dedicação e entrega”, precisamos de “revelar o verdadeiro rosto de Cristo neste mundo difícil em que vivemos, numa sociedade que não tem facilidade em aceitá-Lo nem acolhê-Lo.
“Como pedras vivas”, também “esta obra, esta construção, passa por nós. Cabe-nos a responsabilidade de reconhecer e dar testemunho do que Cristo constitui na nossa vida pessoal e comunitária, na família, na paróquia ou na sociedade”, considerou D. António Carrilho.